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Cartilha sobre o Crack

 

A porta de entrada de pessoas que usam crack na rede de atenção em saúde, segundo o Ministério da Saúde, deve ser a Estratégia de Saúde da Família e os Centros de Atenção Psicossocial, Álcool e outras Drogas (CAPSad). Além disso, a articulação com as políticas públicas de assistência social, educação, trabalho, justiça, esporte, direitos humanos, habitaçãom também constitui importante estratégia.

 

A melhor forma de prevenção contra as drogas é a informação para prevenção/recuperação com ações que atingem toda a sociedade.

 

Assim sendo, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com o Instituto Crack nem Pensar e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) elaborou uma Catilha que visa colaborar para ampliar a discussão sobre o tema e trazer informação sobre o grave problema do uso do crack, além de alertar sobre a urgência de medidas efetivas e a ampliação do financiamento público para a concretização destas medidas.

Clique Aqui para fazer o download material.



Escrito por Michelle Carneiro às 23h59
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Caros companheiros(as),

Nunca pensei em ter que abrir e-mail para ver/ler notas de luto, pesar ou mesmo convite para o velório de um amigo tão querido: PAULO SÉRGIO PORTO!

Nunca pensei em ter que acessar aos sites na internet para ver/ler notícias e fotos de um competente profissional estampado nas matérias jornalísticas acometido por um crime, logo ele que, ao longo da vida, estudou e aprimorou sua prática e discurso profissional para melhor se posicionar diante de tanta barbarie, logo ele que, junto com toda uma categorial profissional, se indignou com diversos fatos e notícias de violência...

Nunca pensei em ter que procurar saber como fazer para garantir justiça, dignidade e respeito àquele que foi um dos militantes para garantia de direitos quando diariamente trabalhou no combate à injustiça social, à desigualdade e à violência quando sempre se posicionou em prol dos direitos da mulher, da criança, do idoso, dos negros, dos quilombolas, das famílias vulneráveis, e, claro, das pessoas com orientação sexual diferente daquela tida por muitos preconceituosos como "normal". E aí? Quem é normal quando se trata de amar ou se relacionar com quem quer que seja? Amar é anormal? Anormal para mim são aqueles que por pura ignorância/intolerância tanto ética quanto moral se julgam superiores quando são reduzidamente da pior espécie: sórdidos!

Nunca pensei em ter que chorar por um amigo tão alegre e divertido que tantas vezes trouxe-nos boas risadas ao tempo em que, de forma sincera, prática e objetiva, falava-nos da vida exatamente como ela é. Diferente de nós? Claro que não! Nós sempre sabíamos que todas as coisas que ele falava eram fatos da vida, nós apenas não nos sentíamos tão a vontade de expô-los como ele o fez. Essa era toda a sua essência: autenticidade.

Bem, o fato é que eu nunca pensei em ter que me despedir assim – com palavras escritas – de um profissional e de um amigo tão humano, acolhedor e compreensivo... Deixo então as palavras de Chico Xavier, coisa que curiosamente, ou mesmo para quem acreditar: por destino, foram enviadas para o meu e-mail logo após o acontecido: Quando eu morrer, se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase: "Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!"

Receba meu enorme respeito e minha eterna saudade meu grande amigo! Vou tê-lo como exemplo de pessoa companheira e sincera que conviveu parte do seu tempo ao lado dos que amou, e o mais importante: foi um bom amigo e acreditou verdadeiramente nas pessoas e na amizade!.

Michelle Carneiro.



Escrito por Michelle Carneiro às 17h31
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Dia do Assistente Social

 

A pouco menos de um mês do Dia do/a Assistente Social, o CFESS lança o material alusivo ao 15 de maio. A temática de 2011 é: "Serviço Social: compromisso de classe por uma sociedade emancipada". Peças como cartaz, marcador de página, adesivo, outdoor, busdoor e um VT estão disponíveis para download.

 

Tema destaca luta da categoria

Além de celebrar os 18 anos do Código de Ética e da Lei de Regulamentação Profissional, o tema das comemorações de 2011 ressalta um dos mais ousados e corajosos compromissos ético-políticos da categoria: a opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária, sem dominação, exploração de classe, etnia e gênero.


Segundo a presidente do CFESS, Ivanete Boschetti, a emancipação a que a temática se refere não se limita à emancipação política, embora a socialização da política e a radicalização da democracia sejam princípios fundamentais que devem orientar a elaboração de estratégias de resistência e mediar as lutas sociais em defesa de uma sociedade não mercantil. "A sociedade emancipada que defendemos é esta à qual se refere o Código de Ética Profissional: uma sociedade em que homens e mulheres sejam livres e emancipados/as de relações sociais que transformam a força de trabalho em uma mercadoria subjugada pelo capital. Defendemos uma sociedade fundada na igualdade real e substantiva, como condição necessária para o pleno desenvolvimento da subjetividade, da liberdade e da diversidade humana", explica.

 

Divulgação em âmbito nacional

Os CRESS já estão recebendo os materiais comemorativos para distribuição em suas regiões. E para ampliar a visibilidade da data, o CFESS convida toda a categoria a fazer o download do material, imprimir e colocar em seus postos de trabalho, como foi feito com as peças referentes à Lei das 30 horas.


Assista ao vídeo

Baixe as peças comemorativas

 



Escrito por Michelle Carneiro às 19h43
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Para onde vai a proteção social no Brasil?

 

O assistente social Marcelo Garcia, atualmente Assessor de Articulação, Parceria e Participação Social (nome estratégico não?) do governo de Minas Gerais publicou escritos em seu site referentes à Proteção Social da Assistência Social no Brasil.

 

Garcia lembra que os Centros de Referência de Assistência Social – CRAS recebem do governo federal o mesmo valor nominal que recebiam em 2001 (um CRAS para 2500 famílias recebe R$ 4.500,00 ao mês e um CRAS para 5000 famílias recebe R$ 9.000,00). Segundo ele, este é um valor inviável para implementar os serviços de proteção básica do SUAS e alerta que a situação pode complicar ainda mais, visto que ouve um corte no orçamento da assistência social.

 

É importante ressaltar que o co-financiamento do SUAS não é de responsabilidade apenas do governo federal. Prova disso, em alguns estados – como Minas Gerais – foi criado Piso Estadual destinado ao Fundo da Assistência Social. Alguns municípios também tem se posicionado no direcionamento de recursos para os Fundos Municipais, contudo, o que falta ainda é “entender o SUAS como uma estratégia articulada e fundamental para a organização da Proteção Social no Brasil”, como afirma Garcia. Para ele, não adianta garantir a segurança de renda via Bolsa Família se não houver uma rede integrada de proteção social.

 

Experiências como estas são relevantes e fundamentais, mas o entendimento da Assistência Social como pública, de direito do cidadão e de dever do Estado (inclusive/principalmente do dever orçamentário) ainda é o grande desafio.

 

Salve os direitos sociais!!!

 

Veja artigo de Marcelo Garcia: http://www.marcelogarcia.com.br



Escrito por Michelle Carneiro às 15h04
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Escrito por Michelle Carneiro às 17h14
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Dia Internacional da Mulher


O dia 8 de março, é celebrado como o Dia Internacional da Mulher. Por esse motivo, o CFESS em conjunto com os CRESS vem a público se manifestar e reafirmar o compromisso de todos/as os/as assistentes sociais no combate a todas as formas de violação aos direitos das mulheres. É importante que seja pautada uma agenda de lutas pela igualdade de gênero... "Pela superação das condições a que estão submetidas as mulheres, na afirmação do nosso Código de Ética que atinge seus 18 anos, o CFESS lança seu grito que deve ecoar junto com o de todas e todos que batalham pela igualdade e liberdade para as mulheres na direção da sociedade emancipada", defende a vice-presidente do Conselho Federal, Sâmbara Ribeiro.

 

Clique aqui e leia na íntegra/CFESS Manifesta do Dia Internacional da Mulher



Escrito por Michelle Carneiro às 19h33
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Assistente Social

E-mail: micarneiro@hotmail.com

Escreve no Blog: www.michelle.carneiro.zip.net

 

Assistência Social como Política Pública

 Matéria Publicada no Jornal do Tocantins em Fevereiro de 2011

 

Ação Social, Desenvolvimento Social ou Assistência Social? O que é a Política Pública de Assistência Social, qual sua finalidade e quem é o seu público alvo? Historicamente a assistência social esteve atrelada ao caráter filantrópico e benemerente de “benefícios” em forma de “ajuda” e “favor”. Isto, na maioria das vezes, com interesses políticos para captação de votos. A partir de 1988 a assistência social ganhou status constitucional sendo parte do tripé da seguridade social juntamente com a saúde e previdência. Esse processo desencadeou a regulamentação da Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, seguida da aprovação da Política Nacional de Assistência Social – PNAS (2004) e da normatização do Sistema Único de Assistência Social – SUAS (2005).

 

A partir destes marcos, a luta histórica é para dar visibilidade a essa política pública e ao seu verdadeiro status de política universalizadora de direitos. Para tanto, é necessário estrutura político-administrativa que facilite a gestão, controle social e transferência de recursos – federal, estadual, municipal – para oferta de serviços nos territórios mais próximos da população e de suas necessidades.

 

No Tocantins, a história da Assistência Social está sendo marcada nesta nova gestão do governo estadual (2011-2014). A antiga Fundação Santa Rita de Cássia, posteriormente chamada de Secretaria de Estado do Trabalho e “Ação Social”, e depois, Secretaria de Estado do Trabalho e “Desenvolvimento Social”, sofre agora alteração da sua estrutura e nomenclatura. A Secretaria é agora intitulada como Secretaria de Estado do Trabalho e Assistência Social. Explicitando, dessa forma, devidamente o nome da política.

 

A mudança pode parecer acanhada quando        se observa que a Secretaria ainda tem acoplada à sua pasta a gestão de uma outra Política – a de Trabalho. Contudo, não se nega a relevância da nova nomenclatura e estrutura para aprimoramento da gestão. A mudança era almejada pela equipe técnica daquele órgão e também aguardada pelos trabalhadores da assistência social dos municípios, muitos destes inclusive, já possuem a nomenclatura correta aplicada em suas Secretarias Municipais.

 

A universalização dos direitos à seguridade social e proteção social pública precisa superar ações pontuais e historicamente fragmentadas. Os programas, serviços e benefícios de assistência social devem ser subsidiados em um modelo emancipatório que possibilite aquisições materiais e sociais para o pleno desenvolvimento do protagonismo e autonomia dos indivíduos e famílias.

 

É admirável que a Política de Assistência Social no Tocantins avance em alguns aspectos. Contudo, o desafio continua. Os cidadãos tocantinenses e suas famílias estão expostos a situações decorrentes de imposições sociais, econômicas, políticas e culturais. Sendo assim, faz-se necessário pautar um compromisso político no combate as situações de vitimizações, fragilidades, vulnerabilidades e riscos sociais e pessoais. É fundamental a garantia e concretização dos direitos por meio de uma política pública estruturada para a melhoria da qualidade da vida humana em solo tocantinense.



Escrito por Michelle Carneiro às 20h58
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A 9ª edição do Código de Ética do/a Assistente Social já está disponível  para os/as profissionais.

A nova edição do documento foi publicada pelo CFESS nesta sexta-feira, 11 de fevereiro. A publicação inclui as modificações na Lei de Regulamentação da profissão (Lei n.º 8.662/93), decorrentes da aprovação da Lei n.º 12.137/2010, que instituiu a jornada de trabalho de 30 horas semanais sem redução salarial para assistentes sociais.

"As correções formais dizem respeito à incorporação das novas regras ortográficas da língua portuguesa, assim como à numeração sequencial dos princípios fundamentais do Código e, ainda, ao reconhecimento da linguagem de gênero, adotando-se em todo o texto a forma masculina e feminina simultaneamente", explica a presidente do CFESS Ivanete Boschetti.

Além disso, houve mudanças de nomenclatura, com a substituição do termo "opção sexual" por "orientação sexual", incluindo ainda no princípio XI a "identidade de gênero", quando se refere ao exercício do serviço social sem ser discriminado/a nem discriminar por essa condição.

A nova edição revista e atualizada do Código de Ética do/a Assistente Social estará disponível no site do CFESS, em formato eletrônico, na próxima semana. Para obter o documento impresso, o/a interessado/a deve entrar em contato com o CRESS de sua região.



Escrito por Michelle Carneiro às 20h48
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 Por Michelle Carneiro

Assistente Social

Diretora de Proteção Social Especial da SETAS

E-mail: micarneiro@hotmail.com

Escreve no Blog: www.michelle.carneiro.zip.net

Matéria Publicada no Jornal do Tocantins em Set.2010

Políticas Públicas para Criança e Adolescente

Há duas décadas o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA foi instituído como uma das leis mais bem fundamentadas do país para assegurar que nenhuma criança ou adolescente seja objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. O Estatuto é baseado na doutrina da proteção integral que se traduz nos pressupostos de que criança e o adolescente é sujeito de direito, pessoa em condição peculiar de desenvolvimento e prioridade absoluta.

Esta conquista se traduziu numa uma mudança política e ideológica para superação do antigo “Código de Menores”, que se baseava na doutrina da situação irregular cuja ótica era o uso da correção e da repressão como medidas de proteção do “menor”.

Partindo desta comparação, claras são as mudanças, mas ainda tímidas e apresentadas como um ensaio geral para uma transformação mais importante: uma cultura de respeito aos direitos de crianças e adolescentes.

Assim sendo, o cenário de extrema violação aponta para a urgente transformação do texto do ECA em ações eficazes e práticas . É explicito no Estatuto a destinação privilegiada de recursos para a adoção e implementação de políticas públicas para crianças e adolescente de forma prioritária.

Nesse entendimento, para a realização plena da proteção integral à infância, preconizada no ECA, são necessárias ações em todas as políticas – assistência social, saúde, educação, cidadania e justiça, segurança pública, habitação, dentre outras. Não se permite brechas entre uma política e outra. Essas devem ser integradas, pois os direitos são interdependentes e a realização de um, implica na garantia de outros tantos.

Se há uma criança ou adolescente com direitos violados, ou seja, exploradas ou abusadas sexualmente, trabalhando, mal tratadas, discriminadas ou vivendo em situação de rua, a culpa não é delas. A falha é do estado, da sociedade e de suas famílias que não cumpriram com o seu papel.

É preciso, portanto, que sejam garantidos recursos orçamentários, materializados em programas, ações e projetos a serem executados por equipe técnica capacitada, com a participação da sociedade por meio das instâncias de controle social, e que, acima de tudo, priorize o protagonismo das crianças e adolescentes e de suas famílias como partícipes da construção/recontrução de suas próprias histórias. Esse deve ser o grande salto de qualidade.

No Tocantins, no mês que antecede as eleições 2010 – setembro – haverá uma grande mobilização da sociedade civil por meio do Fórum de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente – FórumDCA, juntamente com o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescentes – CDECA, com a intenção de comemorar os 20 anos do Estatuto e firmar um grandioso Pacto pela Infância, a ser ratificado pelos candidatos a governador do estado, senadores, deputados federais e estaduais. O intuito é garantir no orçamento público programas, projetos e serviços com vistas à efetivação da  Política Estadual de Atendimento a Criança e ao Adolescente Tocantinense.

Trata-se de uma iniciativa lúcida e necessária, que precisa de adesão e ação de todos os homens e mulheres públicos na trilha da efetivação de uma política pública de estado, o que certamente vai para além de um protocolo de intenções.



Escrito por Michelle Carneiro às 14h07
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Lutamos e conquistamos: PL 30 horas é sancionado

 

Um dia para ficar na história do Serviço Social brasileiro e para a luta de trabalhadores/as de todo o país. O Presidente Lula sancionou, nesta quinta-feira, 26 de agosto de 2010, o PLC 152/2008, de autoria do deputado federal Mauro Nazif (RO), que define a jornada máxima de trabalho de assistentes sociais em 30 horas semanais sem redução de salário.

 

Veja mais no site: www.cfess.org.br



Escrito por Michelle Carneiro às 20h31
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NOB/SUAS 2010 está aberta para consulta pública

 

A assistência social, política pública não contributiva, é dever do Estado e direto de todo cidadão que dela necessitar. A LOAS determina que a assistência social seja organizada em um sistema descentralizado e participativo, então, implantou-se um Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

 

O SUAS organiza a oferta da assistência social em todo o Brasil, promovendo proteção social a famílias, crianças, adolescentes e jovens, pessoas com deficiência, idosos, dentre outros segmentos. A gestão das ações socioassistenciais segue o previsto na Norma Operacional Básica do SUAS (NOB/SUAS).

 

A gestão da assistência social brasileira é acompanhada e avaliada tanto pelo poder público quanto pela sociedade civil. A transparência e a universalização dos acessos aos programas, serviços e benefícios socioassistenciais, promovidas por esse modelo de gestão descentralizada e participativa, vem consolidar, definitivamente, a responsabilidade do Estado brasileiro no enfrentamento da pobreza e da desigualdade.

 

Nesse sentido, o texto da NOB/SUAS versão 2010, está aberto para consulta pública no site do MDS ( www.mds.gov.br ), para se fazerem as considerações necessárias pelos trabalhadores do SUAS e pela sociedade. A consulta pública está aberta e vai até 13 de setembro. É hora de participar e opinar na implementação das políticas publicas.



Escrito por Michelle Carneiro às 16h13
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Projeto de Lei

(jornada de trabalho 30h para assistentes sociais - PLC 152/2008)

Está havendo um movimento para sensibilizar o Presidente Lula a sancionar o PLC 152/2008, de autoria do Deputado Mauro Nazif (RO), que define a jornada máxima de trabalho para assistentes sociais em 30 horas semanais sem redução de salário.

O PL foi aprovado no senado, contudo, o Conjunto CFESS-CRESS tem se reunido com Ministros/as e assessores/as do Governo Lula para explicar a importância do PL 30 horas, apresentando o posicionamento com os argumentos favoráveis do Conjunto ao projeto.

Isso porque a Casa Civil solicitou pareceres técnicos de três Ministérios (Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Saúde e Trabalho) para subsidiar a decisão do Presidente Lula.  

Leia mais no site do CFESS



Escrito por Michelle Carneiro às 01h24
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Estive em Fortaleza na última semana para participar do Seminário Criança Não é de Rua com o objetivo de representar (com mais quatro colegas) o Tocantins na ocasião. O intuito foi de construir propostas para pleitear políticas públicas e ações voltadas para esse segmento em nível nacional, respeitando as especificidade dos Estados.

 

Foi um momento importante para a política de atendimento desse segmento, mas confesso que eu esperava mais... Mais técnica, mais debate, mais conteúdo e acima de tudo, mais experiências positivas tanto da forma de abordagem quanto na forma de atendimento.

 

Como pleitear política se não se sabe dizer ainda qual o desenho ideal dessa política? É um processo de construção. Precisamos participar mais das discussões, trazer mais experiência, trocar informações... Não adianta garantia de recurso se não tiver muito clara o desenho da metodologia que impacte realmente a vida das crianças e adolescentes de rua.

 

O Brasil ainda precisa avançar muito para poder não apenas retirar as crianças e adolescentes da rua, mas também garantir-lhes projetos de reconstrução de vida.



Escrito por Michelle Carneiro às 09h56
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Milhares de assistentes sociais e estudantes foram às ruas da capital do país – Brasília – em meio a manifestações de apoio pela aprovação do PLC 30 horas.

Assistentes sociais de todo o Brasil já podem comemorar: o projeto de lei 152/2008, que define a jornada máxima de trabalho de assistentes sociais em 30 horas semanais sem redução salarial, foi aprovado no plenário do Senado Federal.

Foi um momento e uma vitória ímpar dos últimos anos da profissão.  Resultado de uma luta coletiva onde o embate durou cerca de 10 anos. Outros Projetos de Lei também estão tramitando no Congresso, a exemplo, o PL que trata da inserção do assistene social nas escolas.

 

Veja mais sobre o assunto no site do CFESS



Escrito por Michelle Carneiro às 08h51
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MEC RECREDENCIA UNITINS PARA O ENSINO A DISTÂNCIA


A Fundação Universidade do Tocantins (Unitins) foi recrecendiada pelo Ministério da Educação (MEC) para a modalidade de ensino a distância. A portaria do ministro Fernando Haddad foi publicada no Diário Oficial da União nessa quinta-feira, 24. "Seu eu saísse do governo hoje já estaria satisfeito, estou muito feliz, porque todos acompanharam como estava a Unitins. Foi uma grande conquista para o Estado", afirmou o governador Carlos Henrique Gaguim.


Segundo o governador, também serão beneficiados com recredenciamento da Unitins os mais de 40 mil alunos de todo o País da parceria da Unitins com a Eadcon. Eles continuarão pagando suas mensalidades - Gaguim disse que falta pouco mais de um ano para se formarem -, mas agora terão a certeza de receberão seus diplomas.


Gaguim elogiou o reitor da Unitins, André Luiz de Matos Gonçalves. "Foi um trabalho espetacular do nosso reitor", disse ele. Gonçalves comandou uma missão técnica da Unitins na terça, 22, e quarta-feira, 23, em Brasília, para definir o processo de inclusão da Unitins no Sistema da Universidade Aberta do Brasil (UAB). O grupo se reuniu com o secretário nacional de Educação a Distância, Carlos Bielshowski, e com o diretor da Universidade Aberta do Brasil na Capes, Celso José da Costa.


A Unitins foi descredenciada pelo MEC no ano passado depois de terem sido detectadas supostas irregularidades técnicas e acadêmicas.


Confira a íntegra da portaria do ministro Fernando Haddad:

 


PORTARIA No- 837, DE 24 DE JUNHO DE 2010


O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no Decreto no 5.773, de 2006, e considerando as metas traçadas pelo compromisso Todos Pela Educação, de que trata o Decreto no 6.094, de 2007, e o disposto no Decreto no 6.755, de 2009, que trata da Política Nacional de Formação dos Profissionais do Magistério da Educação Básica, resolve:

Art. 1º
Aprovar a Fundação Universidade de Tocantins - UNITINS - a integrar o conjunto de Instituições de Ensino Superior públicas do Sistema UAB.


Art. 2º A execução do disposto no artigo anterior fica condicionada à firmatura de Termo de Acordo de Cooperação Técnica, a ser firmado entre a IES, a Capes e o mantenedor do pólo de apoio presencial atendido pela IES; a aprovação por parte da Diretoria de Educação a Distância da Capes dos cursos e seus respectivos projetos pedagógicos: a publicação do ato regular de credenciamento para oferta de cursos a distância.


Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.


FERNANDO HADDAD"

 

 

Fonte: Cleber Toledo



Escrito por Michelle Carneiro às 22h54
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